sábado, 4 de setembro de 2010

O Bebê do VÔ!

Opa! Seu VÔ está aqui

Você através de um sonho

Há oito dias

Apresentou-se pra mim

Com um sorriso suave

Um olhar sereno

Um rosto angelical

Nesse meu sonho tinham várias pessoas

Mais você se curvava por muitas vezes numa cadeirinha

A minha procura naquela multidão

Me chamou a atenção

E quando nos encontramos fixamos o nosso olhar

E com o seu sorriso tão leve e pontual

Anunciava a sua chegada

Obrigado, mil obrigado meu bebê

Por teu vô te ver

E poder agradecer a Deus

Pelo presente do céu

O seu Pai Celo, o meu filho amado e a minha e sua e querida mãe Fabiola

Esperam por você.

Todos nos esperamos

Todos nós vibramos por você

E essa energia de felicidade

Que alegra a minha alma

Te espera

Venha como a aurora meu bebê

Que na sua simplicidade

E com seus raios de brilhos

Faz um grandioso espetáculo na vida

E em particular a minha vida.

A vida de seu VÔ

Deus te cubra de benção

E que Deus seja sempre e esteja sempre ao seu lado

E que a parte que tenho em você

Entrego nas mãos do Senhor.

Sorte, sorte, sorte.......

Beijos de seu VÔ que já te ama

Celso Almeida de Lacerda

01 de setembro de 2010

sábado, 14 de agosto de 2010

Hoje é o meu aniversário- 15 de agosto

Quando se fala em aniversário lembra-se de presentes. E hoje quero me presentear não com coisas materiais, mas sim com coisas realmente que alimentam a minha alma. Ainda deitado na cama faço uma retrospectiva na minha vida e seleciono os presentes mais belos que tenho. Também não se esquecendo daqueles que me serviram de aprendizagem e crescimento e que não foram esquecidos, mas sim guardados na minha historia que nunca pode se apagar. Por que para que eu possa selecionar os mais belos presentes tenho que trazer a tona todos àqueles que me foram dispensados mesmo inconseqüentemente.

Vamos lá para os presentes mais belos que tenho e que brilham na minha história:

a minha vida

a minha fé em Deus

os meus filhos amados: Celo e Gabi

a minha mãe: Terezinha

os meus irmãos: Cicero, Zequinha e Washington

a minha família Lacerda

A publicação do meu livro autobiográfico já indo para a editora

a minha UNEB

a minha FAAHF

os meus alunos e alunas de ciências contábeis

os meus colegas professores e professoras

os meus objetivos sendo realizados

a educação que tem me proporcionado felicidade

o meu mestrado em Ciências da Educação

os meus valores

a minha auto estimo

a minha crença

o meu reconhecimento

a minha plenitude no que faço

a minha liberdade que me move

o meu humor

o meu sorriso

o meu poder de decisão

o meu entusiasmo

Por tudo isto quero fazer outros aniversários

e sempre brindar com o que tem de melhor “ser eu mesmo”.

Acompanhado de gentes maravilhosas

Que me presenteia todos os dias com a amizade, carinho, respeito e suas presenças.

MUITO OBRIGADO MEU DEUS!

Feliz Aniversário

Celso Almeida de Lacerda

Salvador, 15 de agosto de 2010.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O LIVRO: EDUCAÇÃO, OBRIGADO PELO MEU FALAR


Em breve lançamento do meu livro autobiográfico

Educação, obrigado pelo meu falar.

Livro de autoria de Celso Almeida de Lacerda. Essa obra literária revela fatos sobre a vida do autor, sua história pessoal e também no que tange ao mundo e aos relacionamentos entre as pessoas, valorizando a união, a família e o amor . O livro narra também o transitar do autor numa realidade que viveu e conviveu, referenciada pela indiferença e a superção da dificuldade motora da fala (gagueira) e o desafio de olhar a educação como um todo nos processos de inclusão, nas relações entre a sociedade e educação.
Conta os seus primeiros passos no berço familiar, na escola com seus colegas e professores, na comunidade, que marcaram de algum modo a sua vida.
No desenvolvimento dessa obra literaria , para o autor o passado deve evidenciar um sentido pedagógico e contribuir como ensinamento para as gerações presentes e futuras.
O desenlace comovente deste livro é emocionante de tal forma que algumas lagrimas somadas aos risos lavam a alma, tem um pouco de humor e muda o nosso jeito de olhar a vida e, consequentemente, olhar as pessoas, olhar a natureza e olhar tudo ao nosso redor. O leitor precisa refletir e avaliar para poder perceber a beleza do amor.

domingo, 8 de agosto de 2010

MEU GRANDE PAI

Pai...
Onde você estiver quero desejar-te
Toda a luz do mundo.
Seu filho esta aqui.
Fazendo valer todos aqueles conselhos.
Sei que foi e está sendo muito difícil
Não ter a sua presença, mas saiba
Que estou e estarei sempre fazendo renascer
Aqueles momentos nossos.
É pai...
Por mais que me queira sentir inteiro
Sei que nunca vai ser possível
Ainda me falta você.
É meu velho Cícero...
Seu filho mudou tanto
Consegui e estou conseguindo
Realizar alguns dos meus sonhos
Sou professor e estou publicando um livro
Seu nome pra meu orgulho está lá.
Meu gaguejar se apresenta na minha vida
Como um massagear das minhas cordas vocais.
Fica com Deus e comemora com ele
Mas um dia quem sabe estaremos juntos
Para te beijar, olhar dentro dos seus olhos e dizer: PAI te amo.
A sua benção, Pai.
Celso Almeida de Lacerda

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

PAI

Pai
Quanto tempo
Quantas chuvas
Quantos dias
Quantas noites
Sem você.
Procuro-lhe na imensidão do céu
Não lhe encontro
Dar-me um vazio...
Não sinto mais o seu cheiro
A sua falta me deixou muito triste
E sem entender.
As poucas lembranças vivas
No meu coração:
São dos seus olhos verdes,
Das suas pegadas de lama
Que ficavam na sala
Quando você chegava do trabalho
E quando você chamava a mim
E aos meus irmãos de filhos amados.
Pai eu também tenho filhos,
São amados.
Pena que eles não lhe conheceram,
Mais eu procuro lhe imitar,
Falo sempre de você.
Pai continuarei a lhe procurar
No infinito
Na certeza de um dia
Encontrar-lhe.


Profº MSc. Celso Almeida de Lacerda

domingo, 1 de agosto de 2010

Venha

Venha, mas venha de verdade

Se quiser me dar seu amor

Que ele não seja mais ou menos

E que não seja pela metade

Faz esse amor transbordar

Mergulhas no meu sentimento

E lá no meu intimo faz me sonhar

Venha que abro o meu peito como uma fruta madura

Pra você entrar de verdade

Com a sua ternura

E sentir a doçura no que você vai provar

Mas provas e goste

Goste e fique

Que tenho muito mais carinhos pra te dar

Que será sempre seu

Que serei eu e você

Que será sempre nosso

Que será...

Celso Lacerda

terça-feira, 13 de julho de 2010

Discutir a relação

Para aonde vai isso?
Aonde quer chegar?
A palavra discutir pode até se encaixar em qualquer outra coisa, mas a conotação de sua pronúncia nos remete a uma idéia de discussão, de um desentendimento verbal, com troca de farpas e impalpérios. Discutir relação entre duas pessoas, por si só, carrega uma idéia já marcada no enunciado “discutir”, que o desfecho de tal evento não será agradável ou conciliador.
Visto que uma relação é um termo subentendido como junção, combinação. Sua união com a palavra “discutir”, retrata de imediato a quebra dessa relação e a busca por uma forma civilizada de dar um desfecho moralmente mais satisfatório à sociedade.
Muitos casais entram nesse processo por se compreenderem em dois mundos diferentes, tornando a relação insustentável, pois para muitos os aspectos individuais ao longo do tempo foram se tornando mais abrangentes e passando a atingir o outro em seu espaço. Já por outro lado, isolar o parceiro acentua uma falta de sintonia, ou encaixe em seus ideais e caminhos escolhidos, tornando-os desiguais e incompatíveis.
Tais fatores de desigualdade tornam-se mais evidentes quando a relação fica muda, sem uma comunicação consistente e constante, evidenciando uma total falta de pontos em comum, ou mesmo, uma falta de adaptação ao outro. Os casais nessa condição chegam ao ponto de não mais enxergar nada em comum que os façam manter uma relação satisfatória.
O que muitos se perguntam é qual o momento certo para se discutir uma relação? Quais os sinais mais relevantes para tal momento? Acredito que existem sinais bem claros e características bem particulares para tal avaliação. A insatisfação com o outro, o sentimento de solidão. São dois pontos principais, os mais relevantes no processo de avaliar a chegada do momento para se discutir uma relação.
Nesse processo de características insatisfatórias, o casal se sente mal, toma decisões divergentes, não se sensibiliza com a presença do outro e toma atitudes individuais e egoístas a ponto de irritar o parceiro. Forma-se um ambiente pesado, frio e com intervenções imprecisas.
Na busca por uma solução, os casais acabam por se digladiarem em disputas inconvenientes e até mesmo ridículas, atentando sob erros e características que até aquele momento eram toleradas por ambos, como meio fomentar um conflito eminente.
Muitos acreditam que os casais que se amam e tem uma vida sexual ativa não deixam brechas para tal tipo de situação, relacionando a atividade sexual com um conceito de combinação mais precisa e aperfeiçoada. Outros acreditam que a paixão é um dos fatores que torna mais evidente esse tipo de discussão, por se tratar de um sentimento imaturo e de características distintas quanto a sua durabilidade como relação. Também existem os que baseiam nas relações sexuais como fator de alta afinidade. Simplesmente pelo fato de se ter uma elevada atividade sexual, não permitindo espaços para tais discussões.
As relações caracterizadas pela paixão por muitas vezes tem um ciclo breve, por se tratar de uma relação de dependência. Onde uma das partes necessita de algo que a outra lhe fornece. O fato de uma das partes se beneficiar, ou mesmo sobreviver das benesses advindas da outra, nutre na parte dependente um sentimento de incapacidade de sobrevivência independente.
Por incrível que pareça, existem casais que mesmo reconhecendo que já não existem mais pontos em comum em seu relacionamento, insistem em sustentar tal situação, explicitando para tanto uma celebre frase: “Ruim com ele (a), pior sem ele (a)”. O que em muitos casos traduz a incapacidade e mesmo o comodismo na relação insatisfatória para o declarante. Mas que por outro lado visualiza uma total resignação, no que se refere a suportar o outro, por achar que não existe outra oportunidade de ser feliz e de recomeçar uma nova relação, simplesmente por receio de um novo fracasso.
Tem casais que passam a vida toda se detestando e mesmo assim nunca discutem a relação. Não se pode afirmar se por medo ou por receio de tal ação sair até morte. Outros chegam ao ponto de enterrar o companheiro e mesmo assim não deixam de relacionar e até mesmo divulgar sua má convivência com o outro. Geralmente falam mal e até mesmo rogam praga no defunto. Estes sintetizam uma verdadeira paranóia. Onde a parte que se considerava inferior na relação sente prazer com a morte do outro, achando que alcançou a liberdade. Infelizmente não enxerga que continua preso e submisso pós-mortem. Isso é que é masoquismo.
Uma pitada de humor também vale para esse assunto que é bastante discutido na contemporaneidade. Por ser considerado estraga prazer de muitos relacionamentos. A atitude de discutir a relação se tornou um tabu social, pois quando um quer discutir o outro nunca esta predisposto. Se em seu relacionamento surgir esse momento “Discutir a relação”, dê um ponto final e caia fora. Porque discutir relação só é agradável quando se trata de relação sexual. Aí sim! Já pensou? Você pode abrir um leque de possibilidade ao redor de tal discussão, enfocando as várias formas e gostos numa relação a dois. Isso sim é realmente a melhor forma de se discutir relação.

Prof. MSc Celso Almeida de Lacerda
Luis Eduardo Magalhães – BA.