quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
A felicidade está presente nas pequenas coisas que a gente permite vivenciar.
A minha casa na praia de jauá, algumas manhãs quando acordo me presenteia com um belo cenário.
A porta da suíte que da acesso para a varanda se abre durante a noite pelo vento advindo do mar. Essa porta é como se fosse a moldura de um quadro vivo
Ainda, deitado na cama fito os meus olhos nessa tela e sinto o alegrar da minha alma, ao contemplar esse quadro de exuberante beleza. O pintor sou eu mesmo.
A lagoa passa beirando o muro lentamente como se estivesse saudando minha casa. E as folhas esverdeadas das taboas bailam lentamente abraçadas com vento.
Ás vezes, os sapos coaxam na lagoa convidando suas fêmeas para o prazer.
De vez em quando o canto de pássaros variados invadem os meus ouvidos.
Os micos pulam de galhos em galhos e emitem guinchos e assobios.
Os assanhaços cantam e se deliciam em um meio mamão avermelhado,
O canário solitário desfila sobre a grama enfeitada de cristais que se derretem.
O João de barro sai da sua casa, lá do alto do poste, estufa o peito e solta o seu canto,
O bem te vi em espaços breves canta anunciando a sua chegada.
O sabia gorjeia em cima da chaminé da churrasqueira.
Um ninho abandonado de passarinho no telhado da varanda
O sol despontar no horizonte, tão perto dos meus olhos,,, parece que ele nasceu no mar, dono de um clarão cheios de reflexos amarelados e quentes marca a sua presença. É colírio para alegrar minha alma.
As nuvens correm parecendo uma esponja limpando o céu
Ás vezes, um galo canta e outro responde.
O azul do céu contracena com o azul da piscina.
Do outro lado da lagoa tem o mar, e esse, mais que poderoso, manda o seu cheiro e o seu barulho dizendo que ele existe,
Torço um pouco o meu pescoço, querendo ver mais… e maravilhado, contemplo a jabuticabeira, o mamoeiro, a amoreira, a caramboleira, o coqueiro, a romãzeira, os pés de pinha, cana, acerola, tangerina pocan e as flores.
A borboleta cruza com o beija- flor no ar saudando as flores.
Vejo e sinto tudo isso como se fosse um ritual da natureza, cumprindo o seu proposito. E eu ainda deitado, absorvendo esse espetáculo sagrado.
Levanto-me languidamente extasiado, carregando esse presente de Deus escrito pela natureza e sinto-me completamente feliz.
Celso Lacerda
A porta da suíte que da acesso para a varanda se abre durante a noite pelo vento advindo do mar. Essa porta é como se fosse a moldura de um quadro vivo
Ainda, deitado na cama fito os meus olhos nessa tela e sinto o alegrar da minha alma, ao contemplar esse quadro de exuberante beleza. O pintor sou eu mesmo.
A lagoa passa beirando o muro lentamente como se estivesse saudando minha casa. E as folhas esverdeadas das taboas bailam lentamente abraçadas com vento.
Ás vezes, os sapos coaxam na lagoa convidando suas fêmeas para o prazer.
De vez em quando o canto de pássaros variados invadem os meus ouvidos.
Os micos pulam de galhos em galhos e emitem guinchos e assobios.
Os assanhaços cantam e se deliciam em um meio mamão avermelhado,
O canário solitário desfila sobre a grama enfeitada de cristais que se derretem.
O João de barro sai da sua casa, lá do alto do poste, estufa o peito e solta o seu canto,
O bem te vi em espaços breves canta anunciando a sua chegada.
O sabia gorjeia em cima da chaminé da churrasqueira.
Um ninho abandonado de passarinho no telhado da varanda
O sol despontar no horizonte, tão perto dos meus olhos,,, parece que ele nasceu no mar, dono de um clarão cheios de reflexos amarelados e quentes marca a sua presença. É colírio para alegrar minha alma.
As nuvens correm parecendo uma esponja limpando o céu
Ás vezes, um galo canta e outro responde.
O azul do céu contracena com o azul da piscina.
Do outro lado da lagoa tem o mar, e esse, mais que poderoso, manda o seu cheiro e o seu barulho dizendo que ele existe,
Torço um pouco o meu pescoço, querendo ver mais… e maravilhado, contemplo a jabuticabeira, o mamoeiro, a amoreira, a caramboleira, o coqueiro, a romãzeira, os pés de pinha, cana, acerola, tangerina pocan e as flores.
A borboleta cruza com o beija- flor no ar saudando as flores.
Vejo e sinto tudo isso como se fosse um ritual da natureza, cumprindo o seu proposito. E eu ainda deitado, absorvendo esse espetáculo sagrado.
Levanto-me languidamente extasiado, carregando esse presente de Deus escrito pela natureza e sinto-me completamente feliz.
Celso Lacerda
Falsidade! Procure a sua turma!
Falsidade! Procure a sua turma!
O lugar mais quente do inferno deveria ser preparado para quem vive na falsidade. Ou não é? Há quem diga que a falsidade é algo perverso, sem pretexto, surgido nas relações competitivas, ou da necessidade de autovalorização de quem a pratica. Mas o que se percebe é de que, ela a falsidade acontece de um todo e de um tudo, ou de um nada. Volmir Pichek Borges, define a falsidade, assim: É o que não é verdadeiro, personalidade pessoal, pessoa falsa impõe e se humilha no mesmo ato ou instante pra conseguir o que quer, modifica até o tom de voz fica meigo e suave no mesmo tempo em que é rude e irônica.
A falsidade é como se fosse uma tatuagem que alguém dissimulado carrega no seu ser e que só a alma do outro enxerga e sente. O olhar da pessoa falsa é como lança sem ponta mais que perfura o seu próprio coração. Também nessa relação de pessoas falsas não deixa de ter pontos positivos e tem! Primeiro o livramento e depois a distância do que não é benéfico para o atingido.. O autor Rafael Silveira diz que: “Já percebeu? Querendo ou não, a falsidade vem de onde menos se espera!”. Com isso não deixa de ser o conhecido transformado em estranho. Que venham os falsos com suas falsidades, carregando as suas próprias doenças da alma! Tem cura!
A falsidade é como se fosse uma tatuagem que alguém dissimulado carrega no seu ser e que só a alma do outro enxerga e sente. O olhar da pessoa falsa é como lança sem ponta mais que perfura o seu próprio coração. Também nessa relação de pessoas falsas não deixa de ter pontos positivos e tem! Primeiro o livramento e depois a distância do que não é benéfico para o atingido.. O autor Rafael Silveira diz que: “Já percebeu? Querendo ou não, a falsidade vem de onde menos se espera!”. Com isso não deixa de ser o conhecido transformado em estranho. Que venham os falsos com suas falsidades, carregando as suas próprias doenças da alma! Tem cura!
Celso Lacerda
S-e-p-a-r-a-ç-ã-o incomoda muita gente !?
A palavra separação pode até se ajustar a qualquer outra coisa, mas a conotação de sua pronúncia na atualidade nos remete a uma ideia de relacionamento desfeito, término de um casamento. Normal!
Alguns casais ingressam nesse processo por se perceberem em dois mundos desiguais, tornando a relação insuportável, pois, para muitos, os aspectos individuais ao longo do tempo foram se tornando mais inclusivos, e passando a atingir o outro em seu espaço.
Os casais nessa condição chegam ao ponto de não mais enxergar nada em comum que os façam sustentar uma relação equilibrada; se sentem mal, tomam decisões divergentes, não se sensibilizam com a presença do outro; e tomam atitudes individuais e egoístas, a ponto de encolerizar os (as) parceiros (as). Cria-se um ambiente impertinente, frio e com intervenções não determinadas.
Na busca por uma solução, os casais acabam por se confrontarem em disputas inconvenientes e, até mesmo, ridículas; atentando sobre erros e características que até aquele momento eram consentidos por ambos, como meio de incitar um conflito iminente.
Ai é chegada a hora da separação! Cada um toma o seu rumo, seu espaço e vida nova. Nesse momento, é necessário que a pessoa, antes de tudo, ame a si mesma. O livro ‘Educação, obrigado pelo meu falar’, retrata esse momento mais ou menos assim, quando expressa o seguinte: “Tenha a coragem de sentir e perceber que é preciso cortar na própria carne, para saber o quanto você gosta de você mesmo e tenha orgulho da sua própria história de vida.”
No passarinho que não tinha asas, começam a crescer as penas, e ele voa. Voa até o céu e beija as estrelas. Não olha mais pra trás, nem pensa e nem tem saudade da gaiola. Mas não deixa de ter sentido a gaiola, uma vez que, para uns, é preciso passar por ela para saber o quanto é triste somente assoviar, sem poder cantar.
Na questão da separação tem também aquele (aquela) que parece que não se fez feliz, não conseguiu, continua reclamando da vida e se escondendo de si mesmo, e o pior, se alimentado da sua própria infelicidade. Aí, não tendo mais nada o que fazer em relação ao acontecido, nesse longo tempo de silêncio, tenta entrar em cena de maneira sórdida, querendo atingir o outro (a). Aí já é caso de polícia! Ou não é? Parece até que a pessoa tem saudade daquele tempo! Interessante nisso tudo é que ainda tem gente que tem até saudade do que é ruim. Acredita?
Não suporta o sucesso do outro (a) e, é claro, o seu próprio insucesso. Com isso, convive com um grande conflito, não tem amor próprio e o que lhe resta é mergulhar em estado de luto. A pessoa mal amada é tão infeliz... Ao ponto de não ter harmonia, até mesmo com a sua própria alma. Pena!
O tempo passa... O mundo gira, as coisas mudam... Nem aquelas lembranças são lembradas, nada de prisioneiro do passado. E, se por um descuido, lembrar-se da gaiola é motivo até de risos.
Os casais nessa condição chegam ao ponto de não mais enxergar nada em comum que os façam sustentar uma relação equilibrada; se sentem mal, tomam decisões divergentes, não se sensibilizam com a presença do outro; e tomam atitudes individuais e egoístas, a ponto de encolerizar os (as) parceiros (as). Cria-se um ambiente impertinente, frio e com intervenções não determinadas.
Na busca por uma solução, os casais acabam por se confrontarem em disputas inconvenientes e, até mesmo, ridículas; atentando sobre erros e características que até aquele momento eram consentidos por ambos, como meio de incitar um conflito iminente.
Ai é chegada a hora da separação! Cada um toma o seu rumo, seu espaço e vida nova. Nesse momento, é necessário que a pessoa, antes de tudo, ame a si mesma. O livro ‘Educação, obrigado pelo meu falar’, retrata esse momento mais ou menos assim, quando expressa o seguinte: “Tenha a coragem de sentir e perceber que é preciso cortar na própria carne, para saber o quanto você gosta de você mesmo e tenha orgulho da sua própria história de vida.”
No passarinho que não tinha asas, começam a crescer as penas, e ele voa. Voa até o céu e beija as estrelas. Não olha mais pra trás, nem pensa e nem tem saudade da gaiola. Mas não deixa de ter sentido a gaiola, uma vez que, para uns, é preciso passar por ela para saber o quanto é triste somente assoviar, sem poder cantar.
Na questão da separação tem também aquele (aquela) que parece que não se fez feliz, não conseguiu, continua reclamando da vida e se escondendo de si mesmo, e o pior, se alimentado da sua própria infelicidade. Aí, não tendo mais nada o que fazer em relação ao acontecido, nesse longo tempo de silêncio, tenta entrar em cena de maneira sórdida, querendo atingir o outro (a). Aí já é caso de polícia! Ou não é? Parece até que a pessoa tem saudade daquele tempo! Interessante nisso tudo é que ainda tem gente que tem até saudade do que é ruim. Acredita?
Não suporta o sucesso do outro (a) e, é claro, o seu próprio insucesso. Com isso, convive com um grande conflito, não tem amor próprio e o que lhe resta é mergulhar em estado de luto. A pessoa mal amada é tão infeliz... Ao ponto de não ter harmonia, até mesmo com a sua própria alma. Pena!
O tempo passa... O mundo gira, as coisas mudam... Nem aquelas lembranças são lembradas, nada de prisioneiro do passado. E, se por um descuido, lembrar-se da gaiola é motivo até de risos.
Celso Lacerda.
Cinismo é o veneno dos maus!?
A pessoa cínica se apresenta com traços de “bom moço”, prestativa, ingênua… Fala baixo com a boca, mas em compensação, fala alto com os olhos. Faz uma caminhada na busca de adquirir uma confiança do outro a ponto de querer a todo custo se transformar em uma pessoa amiga, respeitosa, de boa índole… E que não é! Com o seu jeito rasteiro tem a facilidade de observar a realidade das coisas, do espaço e do ambiente, do qual está em cena, do seu foco e tem a sede incontrolável de interagir com pessoa em um determinado fato e ou acontecimento. Saber da vida do outro!
Essa pessoa não deixa de ser um ser humano, mas é portadora de uma dificuldade em confiar e conviver com o outro. Todavia, carrega um grande peso na sua consciência, cheio de infelicidade. Suspeita de todos, e o seu sorriso é pela metade. Tem uma grande necessidade de bajular o próximo e em dizer em bom tom que é amigo dele e fica ansioso na espera de ter como uma resposta: “claro, confio em você”. Por mais que essa pessoa se esforce para ter um olhar sereno e olho no olho com os outros não consegue. Então, o que lhe resta nesse momento, é dar atenção às formigas, que lhes convida pra comtemplar o chão. É mais proveitoso!
Na cabeça da pessoa cínica paira o sentimento de que a outra pessoa não passa de um mero objeto, de uma coisa material que pode ser manipulada, sem expressão nenhuma. O que se percebe é que a pessoa cínica é falsa consigo mesma, fraca de espirito e não tem a certeza e nem acredita no seu grau de inteligência. Mas se alimenta com a sua própria frustação e pensa que realmente ninguém lhe ofertará amor, então também não dará amor ao outro. Com isso, não deixa de ser uma pessoa mal amada, dissimulada e doente da alma. Já dizia o proverbio: Quem não te conhece, que te compre.
Segundo léxico: dicionário de português online “ Cínico diz-se de ou designa o que ou quem menospreza as normas sociais e os pensamentos e opiniões normalmente aceites pela sociedade; sem-vergonha, ousado ou descarado; indivíduo sem pudor ou vergonha; atua com hipocrisia e/ou sarcasmo”. A pessoa cínica tem o prazer de desestabilizar o próximo de maneira que ele passe maus momentos a ponto de ferir a sua alma. E o cínico permanece no palanque da maldade se nutrindo com a infelicidade do outro. Pobre de espirito!
Conviver ou lidar com pessoa cínica é muito difícil e constrangedor. Ela é a dona de um caráter duvidoso, cheio de sedução e esperteza, trazendo consigo um fingimento de ser alguém bondoso, amável… Mas é capaz de até mesmo num momento de devaneio e de dono da verdade falar em moralidade sem ter ao menos a consciência moral. Para Sloterdijk , o cinismo é como “a falsa consciência esclarecida”.
Deus nos livre de pessoas assim! São negativas por excelência! É necessário buscar pessoas verdadeiras pra fazer parte da vida da gente e não permitir jamais, ser enganado em qualquer circunstância e nem ser instrumento de uma farsa.
Se ainda existe cobra com veneno é porque ainda tem pessoas, que não retiraram e nem aceitaram dela o veneno. Então não esta contaminada! Pode-se ainda confiar e entregar o coração sem medo para alguém especial! Graças a Deus!
Celso Lacerda
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
O carnaval acabou, mas a careta fica!?
O povo brasileiro é assim mesmo! Sabe sofrer, chorar, sorrir,
aceitar... Para participar dessa folia paga o que pode e o que não pode, mas
com certeza marca presença. O inseparável cartão de credito não deixará na mão. Esse é o
responsável para dividiu o valor cobrado
da fantasia, do beber e do comer que não deixa de ser o grande passaporte para a folia. Com isso, compra
abada seguindo as ordens das empresas “fabricas do carnaval” comandado por
gananciosos mega empresários. Que volte a mortalha! A mortalha era uma fantasia
confeccionada por um tecido qualquer, de custo baixo, acessível para as
pessoas.
Segundo o site Brasil escola “A palavra carnaval é originária
do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está
relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também
com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja
Católica de enquadrar uma festa pagã”.
Se realmente o significado de carnaval for mesmo retirar a carne, então vamos ter carnaval por vários anos.
Se não quiser esse “carnaval” aceite o
conselho desse governo PT, inoperante e cheio de roubalheira que sugere “trocar
ovo por carne”. Que ele também troque urgentemente roubalheira por decência. E ainda,
para completar a farra do boi, um canalha do PT afirmou: “Povo só comia carne se
mordesse a língua”. Então vai ter muita gente, convivendo com a língua dolorida
e enxada. E sobre a campanha do “coma
ovo para o governo baixar a inflação” não duvide acontecer também, à fuga das
galinhas. Ai meu ovo!
Mas é carnaval! Imaginar na nefasta inflação e na crise econômica do Brasil nem pensar! Também que esvaziou
o dinheiro do bolso no carnaval e que, o facilitador cartão de credito ira
compartilhar efetivamente para a diminuição do salário da vergonha por longo
tempo. Nem pensar!
É carnaval! O sorriso ganhou espaço, o grito de felicidade
tomou força, o rebolado e o gingado contracenaram e encheu a alma de alegria. Tudo
isso pelo menos por quatro ou cinco dias. Amor de carnaval!
É quarta-feira de cinzas, dia das cinzas... A máscara cai! É o
momento de voltar ao “normal”! Rasgar a
fantasia, mas trazendo consigo a careta para casa.
Celso Lacerda.
sábado, 31 de janeiro de 2015
O desrespeito de uma Diretora e o Balanço Patrimonial forjado!
Em um primeiro momento, essa gestora dizia que, desconhecia dos desmandos que estavam acontecendo na Empresa Pública, e teve até a coragem de verbalizar com a maior cara de pau, tal mentira na mídia, para os brasileiros e para os ditos “representantes do povo” E agora, não tendo mais como negar as roubalheiras acontecidas na sua gestão e de outros, vem a público e diz que essas roubalheiras e desvios das verbas públicas poderão ser ainda de maior projeção. E ela, continua como se fosse à boa gestora, a coitadinha. Não sabia de nada e nem participou de nada.
A coisa é séria! E de maneira sórdida, ainda apresenta para o povo brasileiro, um Balanço Patrimonial forjado, mentiroso, ou seja, não mostrando a real situação econômico-financeira de um Patrimônio Público. São terríveis! São capazes de manchar a Contabilidade, desrespeitando até mesmo o Código de ética do profissional contábil. Absurdo!
Vamos respeitar a contabilidade! A contabilidade é uma ciência que tem por objetivo o estudo e a análise das variações quantitativas e qualitativas acontecidas no patrimônio das entidades física ou jurídica. É através da contabilidade que é dada importantes informações para as tomadas de decisões, tanto dentro quanto fora da organização. Também é somente através dela que há condições para se apurar o lucro ou prejuízo em determinado período.
E o balanço patrimonial? É uma demonstração contábil. É uma peça contábil fundamental que reflete uma situação estática e através dele se pode verificar, examinar o equilíbrio existente entre o Ativo e o Passivo de um determinado patrimônio.
A contabilidade não é propriedade de partidos políticos e nem objeto de manipulação para benefícios próprios. A contabilidade pertence à humanidade e merece respeito.
Celso Lacerda.
Vamos respeitar a contabilidade! A contabilidade é uma ciência que tem por objetivo o estudo e a análise das variações quantitativas e qualitativas acontecidas no patrimônio das entidades física ou jurídica. É através da contabilidade que é dada importantes informações para as tomadas de decisões, tanto dentro quanto fora da organização. Também é somente através dela que há condições para se apurar o lucro ou prejuízo em determinado período.
E o balanço patrimonial? É uma demonstração contábil. É uma peça contábil fundamental que reflete uma situação estática e através dele se pode verificar, examinar o equilíbrio existente entre o Ativo e o Passivo de um determinado patrimônio.
A contabilidade não é propriedade de partidos políticos e nem objeto de manipulação para benefícios próprios. A contabilidade pertence à humanidade e merece respeito.
Celso Lacerda.
domingo, 21 de dezembro de 2014
É natal e será sempre natal!
O natal do meu tempo…O natal da minha infância. Se nos fortalecemos de sonhos é bom que eles sempre existam em nossas vidas. A figura do papai Noel tem que estar em nossos sonhos infantis sempre. Ela representa alguém que com a sua bondade vem nos trazer presentes e alegria. Tem uma das coisas mais belas da vida do que receber presentes? E ainda mais se esses presentes forem brinquedos. Um dos nossos primeiros sonhos esta relacionado com o papai Noel.
Voltando ao meu tempo… Ao meu tempo de criança. É natal! A minha casa nesse dia ficava diferente dos outros dias. Os móveis trocavam de lugar e não por outros porque a condição de minha mãe não permitia. Lembro-me que o sofá era degastado pelo tempo, mas nesse dia ele ganhava roupa nova, era coberto por um grande lençol de chita estampado que o enfeitava. A areia branca misturada com algumas folhas de pitanga era jogada por toda a sala e na porta de casa ficava uma palmeira plantada numa lata grande, forrada com papel de presente. Parece que a minha vida acanhada nesse dia ficava mais alegre. A mesa com uma tolha com desenhos de natal era enfeitada com um jarro contendo um galho de pitangueira e com um bolo que os meus olhos azuis fotografava a todo instante, aguardando a hora de degustá-lo. Degustar? Acho que ainda essa palavra não estava no meu dicionário, era comer mesmo. E a árvore de natal? Era um galho seco plantado numa lata pequena contendo areia branca e nos seus galhos alguns pedaços de algodão distribuídos e desarrumados, algumas (poucas) bolas coloridas e tristonhas esperavam um pisca-pisca que nunca chegava.
Não precisava sacrificar o peru, de colocar um porquinho na bandeja deitado de lado com uma maçã no focinho e de um queijo de cuia para que essa mesa ficasse mais bonita. A minha mesa, nesse momento, era a mais bonita de todas.
Era também nesse dia que se vestia roupa nova, poderia ser até um calção com listas ou liso amarrado com cordão e uma camiseta, mas era roupa nova e eu me sentia garboso. O meu coração de criança sonhava todo esse dia, imaginando que presente o amado velhinho traria para mim, chegava até me dar um friozinho na barriga quando pensava. Minha mãe dizia para mim que eu colocasse o meu sapato na janela que ele viria colocar o meu presente quando estivesse dormindo. Era um personagem que mesmo vindo de uma escuridão, do infinito não metia medo. Mas ficava pensando como ele iria a tantas casas atender às crianças. Nunca pensei que existissem crianças pobres e ricas. Eram crianças com seus sonhos. Não tenho lembranças de ter ficado chateado pelo presente que papai Noel trouxera para mim.
E chegado o dia 25 de dezembro… Pela manhã, bem cedinho, os meus olhos procurava o meu sapato e nem a via, pois estava escondido embaixo do meu presente. Gritava com a minha inocência alegre: Mãe venha ver o que papai Noel me deu E com um sorriso tão verdadeiro dizia para mim mesmo: Papai Noel veio! Papai Noel existe! Ele colocou no meu sapato um pequenino violão de plástico na cor azul com três cordas finas de nylon que nem precisava fazer “dum dum” porque eu já ouvia na minha alma todas as notas musicais que ele iria fazer pra mim mesmo eu acariciando-o com a palma da mão, desajeitado, em movimentos fortes e consecutivos.
De dentro de casa já ouvia vozes, som de apitos e de flautas, o bater da bola contra a parede e gritos de alegria vindo da rua.Era quando eu saia de casa com meu violão na direção dos meus amigos e amigas para mostrar-lhes o meu presente. E aos pouco iam chegando mais amigos e amigas, trazendo carros plásticos puxados por um cordão, sacos contendo gudes coloridas, bonecas de pano ou de plástico, pião, caminhão de madeira, cavalinho feito com cabo de vassoura, novelo de linha com uma arraia colorida. Sei que cada um de meus amigos e eu contemplávamos o presente do outro, arregalava os olhos, sorria, pedia até emprestado mesmo acompanhado da frase “ só um pouquinho”. Os nossos olhos brilhavam, parecia que todos aqueles presentes ( brinquedos )pertenciam a todos nós.
Diante de tudo isso os nossos sonhos e as nossas histórias não eram prontas, a gente criava e dava vida a esses seres inanimados que com um pequeno gesto ou toque alegravam a nossa alma.
Nunca diga a uma criança que papai Noel não existe!
É natal … Cada um de nós deve ser um papai Noel ou uma mamãe Noel para com os outros. E que um abraço, um beijo, um toque, um sorriso, uma atenção seja o nosso presente. Que a simplicidade e a humildade sejam sentidas como as mais essenciais!
Feliz natal!
Celso Lacerda
Voltando ao meu tempo… Ao meu tempo de criança. É natal! A minha casa nesse dia ficava diferente dos outros dias. Os móveis trocavam de lugar e não por outros porque a condição de minha mãe não permitia. Lembro-me que o sofá era degastado pelo tempo, mas nesse dia ele ganhava roupa nova, era coberto por um grande lençol de chita estampado que o enfeitava. A areia branca misturada com algumas folhas de pitanga era jogada por toda a sala e na porta de casa ficava uma palmeira plantada numa lata grande, forrada com papel de presente. Parece que a minha vida acanhada nesse dia ficava mais alegre. A mesa com uma tolha com desenhos de natal era enfeitada com um jarro contendo um galho de pitangueira e com um bolo que os meus olhos azuis fotografava a todo instante, aguardando a hora de degustá-lo. Degustar? Acho que ainda essa palavra não estava no meu dicionário, era comer mesmo. E a árvore de natal? Era um galho seco plantado numa lata pequena contendo areia branca e nos seus galhos alguns pedaços de algodão distribuídos e desarrumados, algumas (poucas) bolas coloridas e tristonhas esperavam um pisca-pisca que nunca chegava.
Não precisava sacrificar o peru, de colocar um porquinho na bandeja deitado de lado com uma maçã no focinho e de um queijo de cuia para que essa mesa ficasse mais bonita. A minha mesa, nesse momento, era a mais bonita de todas.
Era também nesse dia que se vestia roupa nova, poderia ser até um calção com listas ou liso amarrado com cordão e uma camiseta, mas era roupa nova e eu me sentia garboso. O meu coração de criança sonhava todo esse dia, imaginando que presente o amado velhinho traria para mim, chegava até me dar um friozinho na barriga quando pensava. Minha mãe dizia para mim que eu colocasse o meu sapato na janela que ele viria colocar o meu presente quando estivesse dormindo. Era um personagem que mesmo vindo de uma escuridão, do infinito não metia medo. Mas ficava pensando como ele iria a tantas casas atender às crianças. Nunca pensei que existissem crianças pobres e ricas. Eram crianças com seus sonhos. Não tenho lembranças de ter ficado chateado pelo presente que papai Noel trouxera para mim.
E chegado o dia 25 de dezembro… Pela manhã, bem cedinho, os meus olhos procurava o meu sapato e nem a via, pois estava escondido embaixo do meu presente. Gritava com a minha inocência alegre: Mãe venha ver o que papai Noel me deu E com um sorriso tão verdadeiro dizia para mim mesmo: Papai Noel veio! Papai Noel existe! Ele colocou no meu sapato um pequenino violão de plástico na cor azul com três cordas finas de nylon que nem precisava fazer “dum dum” porque eu já ouvia na minha alma todas as notas musicais que ele iria fazer pra mim mesmo eu acariciando-o com a palma da mão, desajeitado, em movimentos fortes e consecutivos.
De dentro de casa já ouvia vozes, som de apitos e de flautas, o bater da bola contra a parede e gritos de alegria vindo da rua.Era quando eu saia de casa com meu violão na direção dos meus amigos e amigas para mostrar-lhes o meu presente. E aos pouco iam chegando mais amigos e amigas, trazendo carros plásticos puxados por um cordão, sacos contendo gudes coloridas, bonecas de pano ou de plástico, pião, caminhão de madeira, cavalinho feito com cabo de vassoura, novelo de linha com uma arraia colorida. Sei que cada um de meus amigos e eu contemplávamos o presente do outro, arregalava os olhos, sorria, pedia até emprestado mesmo acompanhado da frase “ só um pouquinho”. Os nossos olhos brilhavam, parecia que todos aqueles presentes ( brinquedos )pertenciam a todos nós.
Diante de tudo isso os nossos sonhos e as nossas histórias não eram prontas, a gente criava e dava vida a esses seres inanimados que com um pequeno gesto ou toque alegravam a nossa alma.
Nunca diga a uma criança que papai Noel não existe!
É natal … Cada um de nós deve ser um papai Noel ou uma mamãe Noel para com os outros. E que um abraço, um beijo, um toque, um sorriso, uma atenção seja o nosso presente. Que a simplicidade e a humildade sejam sentidas como as mais essenciais!
Feliz natal!
Celso Lacerda
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